As piores motos vendidas no Brasil

As piores motos vendidas no Brasil

Primeiramente, antes de falarmos sobre as piores motos vendidas no Brasil temos que entender que isso é uma lista e nem tudo que está nela pode se aplicar a todos os modelos.

Logicamente que sempre vai ter alguém que teve um modelo desses e nunca passou nervoso, mas no caso são modelos que fizeram má fama.

Pensando em quem já passou muito nervoso com motos, mas mesmo assim não deixa de ama-las esta é a lista das Piores Motos Vendidas no Brasil.

5 – Kasinski Comet 250R

As piores motos vendidas no Brasil - Comet 250R

Apesar de ser uma excelente moto para quem busca potência em baixa cilindrada devido ao seu V2 de alta rotação, ciclística excelente sua parte elétrica é o que podemos chamar de “assombrada”.

Infelizmente a Comet 250r entra nessa lista, principalmente nos modelos de 2008 a 2010 nos primeiros modelos injetados onde apresentava uma série de problemas elétricos desde o chicote, sonda lambda, sensor TPS, e o retificador, muitas vezes o primeiro problema era justamente nele.

Muitos proprietários trocavam o retificador mas no fim das contas era necessário a troca de todo o Chicote que por ser muito fino rodando no calor do Brasil super aquecia e gerava uma série de problemas.

4 – Suzuki GS 500E

As piores motos vendidas no Brasil Suzuki GS 500E
Conhecida por ser difícil de controlar, e por seu freio ineficiente, apesar disso é uma moto muito amada por seus proprietários.

Qualquer lista com as piores motos já vendidas no Brasil não pode faltar a Suzuki GS 500E, e sinceramente apesar de estar nessa lista é uma moto que eu gostaria de ter com certeza. 

Podemos listar alguns problemas, mas essa moto possui um calcanhar de aquiles perigoso que é seu sistema de freio subdimensionado. 

Mesmo motociclistas mais experientes admitem que a Suzuki GS 500E é uma das piores motos já fabricadas no Brasil pois possui um sistema de freio ruim, e além do mais seu projeto por algum motivo a torna uma moto difícil de domar em comparação a outros modelos de 500cc. 

Essa moto foi o sonho de muita gente nos anos 90, apesar de tudo ainda sim não podemos colocar ela como a pior de todas. 

3 Sundown Vblade

As piores motos vendidas no Brasil - Sundown VBlade
Uma das motos que veio no início dos anos 2000 como opção para os fãs de custom acabou se tornando uma decepção.

Não tem como falar de moto ruim sem falar da Sundown, infelizmente, quem me conhece sabe que sou um defensor de mais variedade de motos no mercado, porém a marca Brasileira não prezou pela qualidade e pelo capricho. 

A Vblade 250 basicamente foi uma das muitas “virago 250 com cara diferente” que vieram para o Brasil, a moto não deixa a desejar em termos de mecânica, porém possui sérios problemas de: acabamento, cromados de baixa qualidade, ferrugem prematura em alguns pontos, além do mais alguns proprietários constantemente relatavam e relatam sobre carenagens que simplesmente caiam com a moto andando principalmente na pista. 

Infelizmente esta moto entra nessa lista. 

2- Honda XL250R

As piores motos vendidas no Brasil XL250r
Conhecida pelo seu par de carburadores problemáticos foi uma moto que construiu uma fama e precisou de um “rebranding”.

Nada contra a Honda mas sinceramente a marca também não colabora conosco, chegada no início dos anos 80, o modelo era revolucionário: OHC, 4 Válvulas 250cc, sistema pró link, e uma série de dores de cabeça.

Diferente de sua sucessora a XLX250r a XL250r contava com dois carburadores que nem as concessionárias conseguiam acertar, constantemente faziam a moto “apagar” quando deitava nas curvas ou mesmo no uso offroad. 

Além do mais, ela era mais uma Honda que apresentava problemas de trincas no cabeçote, neste caso devido a uma má adaptação para o uso com a péssima gasolina vendida no Brasil, que naquela época era pior ainda.

1 – Honda XRE e CB 300 até 2015

As piores motos vendidas no Brasil - CB300R
Conhecida por trincar o cabeçote a CB300 R fez uma má fama, apesar disso ainda vendeu bem por ser Honda.

Essas motos ganharam um apelido carinhoso de “trinca ferro”, e não por semelhanças com o simpático passarinho, mas por seu motor problemático. 

Que a Honda consegue vender qualquer coisa no Brasil isso é fato, mas a família 300 foi a prova, sobrevivendo anos no mercado de 2008 a 2015 tanto a XRE quanto a CB300 apresentavam trincas no cabeçote prematuramente. 

De acordo com alguns proprietários a Honda em muitos casos alegava mal uso, porém foi constatado que a vela deste motor fica muito próxima da sede de válvulas, o que faz com que o cabeçote possua paredes muito finas, não suportando a compressão e gerando as trincas e rachaduras.

Gostou desta lista? O que achou dela? Já teve uma das motos que foram citadas aqui? Deixe nos comentários sua experiência e compartilhe com todos.

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